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sábado, 30 de abril de 2011

#3 - Programa Comando Login 28-04


Confira agora o Comando Login. Este programa foi ao ar ao vivo no dia 28/04 na Rádio Unesp Virtual.


Destaques: 
Edição: Márcia Tiemi Matsumoto e Pedro Santoro Zambon

Reportagem: Bruno Marise, Gustavo Zucheratto, Regiane Folter, Pedro Zambon, Gabriela Brandão, Wagner Wakka, Mirela Dias, Gabriela Brandão e Monique Nascimento.

Locução e Apresentação: Bruno Marise e Márcia Tiemi Matsumoto

Envie críticas, comentários e sugestões nos comentários deste post e não percam na próxima semana o podcast do Comando Login.  

Game Flashback - Streets of Rage




Streets of Rage é um dos títulos de maior sucesso da SEGA. Lançado em 1991 para fazer frente à série Final Fight (da Capcom para Super Nintendo), SOR foi um dos games mais jogados do Megadrive, junto com Sonic. Um daqueles bons e velhos jogos no estilo Beat'em up ou seja, ande por aí e bata em todo mundo para salvar o universo desses malditos que fazem rodinha em você derrote todos os inimigos que aparecerem pela frente. Dá pra perder um tempão jogando essa belezinha aqui. (Cuidado, esse jogo vicia)



Quer ler isso ouvindo a música do jogo? É só clicar ali embaixo e vamos que vamos ^^










Em Streets of Rage (1991), o objetivo era derrotar a organização criminosa montada por Mr. X, o último chefe. Na continuação, SOR2 (1993), Adam é sequestrado e você precisa desmantelar mais uma vez a organização criminosa da cidade. Na terceira edição do jogo (1994/95), pelo primeira vez, é possível fazer finais diferentes (mas isso era obviamente muito menos importante e interessante do que a pancadaria quando você jogava, claro).


Cada versão de SOR é diferente da outra nos gráficos, nos golpes de cada personagem e na jogabilidade - correr, usar armas e conseguir dar alguns combos, por exemplo, mudam de título pra título. Além disso, cada nova versão, mais vilões e mais personagens controláveis foram surgindo.

Os Personagens




SOR teve vários personagens. Na primeira versão do jogo, eram 3. Axel, Blaze e Adam; na segunda, Adam sai de cena (e muita gente acha isso um desperdício porque é muito legal jogar com ele) e entram em cena seu pequeno e rápido irmão chamado Skate e um grandalhão daqueles ogros lerdos e muito fortes, chamado Max. Já no terceiro jogo, somem com Max (mais uma vez muita gente ficou chateada) e surge o robô Zan para ajudar Axel, Blase e Skate na limpeza da cidade. Em Streets of Rage 3 ainda é possível abrir personagens secretos (que envolvem seres estranhos, como um chefe do jogo chamado Ash - muito parecido com o Mr. Slave de South Park - e até mesmo um canguru boxeador).

Streets os Rage Remake - A cereja do bolo
(disponível para download)


Streets of Rage foi completamente abandonado pela SEGA depois do lançamento da terceira e última edição. Chegaram a disponibilizar as versões antigas do jogo para outros consoles, mas nada além disso. Quem gostava de SOR ficou absolutamente abandonado. Não vimos nem mesmo super aparições de personagens em jogos posteriores (como foi o caso dos clássicos final fighters Cody e Guy em Street Fighter, ou mesmo Haggar no novíssimo Marvel vs Capcom 3).
Diante do descaso da SEGA, alguns fãs de SOR começaram a desenvolver um remake do jogo. Sem usar nenhum código original dos primeiros jogos - ou seja, recriando todos os cenários, personagens e sons do zero, via imitação na base do olhômetro meeeesmo - a Bombergames levou8 anos para desenvolver um Streets of Rage inteiramente refeito, com fases dos 3 games originais e muitas outras mais, somando 103 níveis ao todo, com 8 possíveis finais diferentes, dependendo de como você traçar o seu caminho. Aí embaixo tem um vídeo de uma fase nova pra matar a sua curiosidade.



Durante o seu jogo, sempre pege o máximo de dinheiro possível. Depois da primeira vez que terminar as 103 fases pela primeira vez, você poderá destravar outros modos de jogo além do modo de história, comprar mais personagens (são 6 ao todo. Não vou contar quais são, mas vou dar uma dica.) Pra quem enjoa fácil do modo história, existem outras alternativas, como jogar contra um amiguinho pra dar briga (Battle), tentar matar quantos inimigos puder sozinho (Survival), matar apenas os chefes (Boss Rush) e até jogar vôlei (pois é).


O maior problema até agora é que a SEGA, que não estava dando muita importância para o projeto da Bombergames, resolveu que não queria que o jogo fosse distribuído assim que o projeto foi finalizado. Ou seja, a SEGA tirou o doce da boca das crianças legalmente. O site da Bombergames, que tinha muitas informações legais sobre o projeto e disponibilizava o download gratuito do jogo completo simplesmente saiu do ar. O comunicado oficial da empresa está reproduzido aí embaixo.

"Estamos dedicados a suportar qualquer fã que tenha interesse nos nossos jogos, e quando possível deixamo-los envolverem-se em betas, marketing e oportunidades de pesquisa. Contudo, precisamos de proteger os nossos direitos do IP, e isto pode resultar em pedirmos aos fãs para remover imagens, vídeos ou jogos em alguns casos"

Mesmo assim, algumas pessoas puderam baixar o jogo antes que a SEGA conseguisse tirar o link do ar, e, apesar de a equipe da Bombergames ter pedido que ninguém disponibilizasse o jogo para download, nós conseguimos encontrar um link confiável e funcionando pra você [Clique aqui e seja feliz jogando =D].




Curiosidades

Existe uma semelhança muito grande entre Axel, o principal personagem de SOR, e Cody, de Final Fight. As roupas, o corpo e até mesmo alguns golpes dos dois são praticamente idênticos. Que atire a primeira pedra que não desconfia que a SEGA fez de propósito.


Cody (de cima) e Axel (baixo) finalizando o combo com o mesmo golpe
Existe uma coleção de quadrinhos de Streets of Rage. [pausa dramática] Eu sei, também me surpreendeu. E a parte mais legal é que nesse site aqui dá pra baixar os comics. Vou deixar um gostinho pra você aí embaixo, vale a pena conferir.


Clique na imagem para ampliar


Além dos quadrinhos, para quem gosta mesmo de SOR e quer mais ainda, existe esse site aqui dedicado única e exclusivamente a Streets of Rage. Nele tem mais sobre os personagens, lista de golpes de cada um, fan arts, fan games, quadrinhos, enfim... um monte de coisa a mais.





Se você quiser perder mais um tempinho da sua vida vendo bobagens na internet, aqui vão algumas sugestões:

A propaganda de Streets of Rage - Feita em 1900 e você ainda comia cereal com colher de bichinho.
Apelando com Adam contra os 7 chefes de SOR - Parece fácil de fazer pra você?
Um cara dono de uma pancade de Quadrinhos de SOR - É um vídeo enorme porque ele fala muito e tá em inglês, mas se você quiser ver uma coleção muito legal é só ir passando pra frente =]
Matar um chefe sem outros caras enchendo o saco - Lembra do chefe da sexta fase de SOR3? O que tinha Jets te deixando maluco? Tem uma forma de driblar o jogo. O vídeo dá mais instruções na descrição. Enjoy!


BONUS STAGE: Lembra do post sobre o Mário (que Mário?) com todos aqueles mapinhas das fases? Tem de Streets of Rage também. É só clicar aqui =D


Por Gabriela Brandão

quinta-feira, 28 de abril de 2011

História dos consoles - SEGA




Wagner Alves

Apesar de pouco conhecida, a SEGA já foi uma das mais tradicionais e importantes empresas de jogos e vídeo-games. Muitos dos gamers entre 20 e 30 anos têm boas histórias com arcades e consoles da Sega. Afinal, quem nunca jogou Sonic ao menos uma vez?




Surgimento da empresa
A empresa surgiu em 1940 no Japão, originalmente para fornecer entretenimento durante a Segunda Guerra Mundial. Seu nome deriva de “Service Games Of Japan”. Contudo, somente em 25 anos depois, a empresa lançaria seu primeiro jogo, o Periscópio, um simulador de submarinos.
Consoles
A SEGA só veio a lançar seu primeiro console, em 83, chamado SG-1000, que não teve muito retorno comercialmente com seus apenas 8 bits. Três anos depois, foi lançado o primeiro grande vídeo-game da SEGA: o Master System, também de 8 bits, mas com gráficos e jogabilidade melhores que o anterior. Aqui, nascia também o primeiro clássico da empresa, Alex Kidd In Miracle World, considerado até hoje um dos jogos mais difíceis de terminar sem morrer. O sucesso foi tanto que Alex Kidd se tornou o mascote da empresa.
Paralelamente, nos arcades, a SEGA divertia fazendo o jogador tentar atravessar uma rua movimentada com um simpático sapo em Frogger, que virou febre em todo o mundo.
Concorrência
Somente em 91, a SEGA voltaria a fazer um grande console. Nasce o Mega Drive para concorrer com o Super Nintendo na geração de games 16 bits. Aqui a empresa consegue grandes franquias como Mortal Kombat e lendário Sonic. O ouriço azul super veloz acabou por se tornar o segundo mascote da empresa, em concorrência com Mario da Nintendo. O game inicialmente de cartucho, ganhou um acessório que possibilitava todas CDs e elevar a capacidade para 32 bits.
Após anos de aprimoramento do Mega Drive e algumas tentativas com jogos portáteis, a SEGA lançou o Dreamcast em 2001, seu último console de 64 bits. Com um processador e gráficos piores e com menos grandes franquias que seus concorrentes Nintendo 64 e Playstantion, o Dreamcast fez pouco sucesso o que fez com que a empresa encerrasse o desenvolvimento de consoles.

Hoje
Atualmente a SEGA produz apenas softwares para vídeo-games. Jogos de algumas franquias da empresa ainda podem ser encontrados em vídeo-games de suas antigas concorrentes como Nintendo e Sony. Alguns de seus consoles são produzidos no Brasil pela TecToy até hoje.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Mini Game: Pacman gigante



Por Gustavo Zuccherato

Todo mundo já jogou ou ouviu falar do famoso Pac-Man, o monstrinho comedor de pastilhas que foge dos fantasmas. Lançado em 1980, o jogo tornou-se um dos mais famosos de todos os tempos (e um dos mais viciantes também). O The World’s Biggest Pac-Man, é um site que reúne fases criadas por usuários do mundo inteiro e que nos faz retornar aos tempos dos games da 1ª geração.



Jogando

O site tem uma interface relativamente fácil de ser compreendida. No canto esquerdo há um navegador, onde você pode navegar pelas milhares de fases até escolher uma (pontinhos azuis são fases, os pretos são lugares onde ainda não há fases). Escolhida a fase, basta clicar em cima dela e uma janela aparecerá onde você pode fazer o login pelo Facebook ou somente jogar por diversão (Play For Fun)

O jogo é controlado pelas setinhas e o objetivo é o de sempre, comer todos os Pac-Dots (ou pastilhas). A única diferença do pac-man original, é que quando você sai pelo lado esquerdo, por exemplo, você não aparecerá no lado direito do mesmo mapa, e sim no mapa ao lado, podendo “caminhar” por todos os mapas.

Criando seu mapa

Primeiramente, você precisa encontrar um espaço vazio. Para isso, use o navegador e, depois de encontrar este espaço, clique em “Create”. Você precisará fazer o login no facebook para criar o mapa.

Depois de clicar em “Create”, uma nova página se abrirá e você poderá começar a criar o mapa, colocando ou tirando paredes, “Power pellets” e pac-dots. Para colocar paredes ou pac-dots, basta selecionar o lápis no canto direito, e para retirar é só selecionar a borracha. A criatividade vai de cada um.


Depois de ter criado o mapa, você pode testá-lo antes (preview), e depois é só clicar em submit. Eu criei um mapa pra comemorar o programa e o blog. Quem quiser jogar, basta clicar na imagem ai do lado.

Curiosidades

Quem não lembra da homenagem que o Google fez ao Pac-man quando o jogo completou 30 anos? Naquela vez, o logo do Google virou um joguinho (talvez o pac-man mais jogado de todos os tempos). O jogo fez tanto sucesso que o Google acabou criando um site comemorativo onde você ainda pode se divertir.

Pac-man tem uma série animada! É verdade. De 1982 a 1984, a Hannah-Barbera produziu uma série animada baseada em Pac-Man. A série tratava das desventuras de Pac-Man e sua família (mulher, filho, cão e gato, todos criaturas de forma esférica).

O Pac-man, na verdade, não se chamava Pac-man. O jogo e o personagem começaram com o nome de Puck-Man, em referencia ao termo japonês paku-paku (ato de abrir e fechar a boca). Diz a lenda, que depois de alguns espíritos de porcos começarem a chamar o Puck-Man de Fuck-Man, a empresa decidiu mudar o nome para Pac-Man.

O Pac-man já apareceu em um episódio da laranja irritante. Além disso, no iCarly (seriado que passa na TV Globinho) apareceu um jogo muito parecido com Pac-man, chamado “Pac Rat”.

domingo, 24 de abril de 2011

Review: Dragon Age II supera as expectativas, mas deixa um gostinho de quero mais

Nova versão do jogo conta com um gráfico melhorado, combates mais agitados e novas formas de interação com os personagens



Por Mirela Dias

Dragon Age II, a sequência de Dragon Age: Origins, foi lançado pela BioWare em março. Suas inúmeras críticas desde sua fase de testes anunciaram a alta qualidade do gráfico e as diversas mudanças de jogabilidade, sejam elas pro bem ou para o mal do jogo. Agora que o jogo chegou, é nossa hora de jogar e comentar.




A história começa com Varric, um anão, contando a sua história para uma mulher intitulada Cassandra, uma seguidora da ordem da Chantry. Como todo bom bardo, Varric adora dar uma embelezada nos fatos, mas se ele falará da sua grandiosidade ou de como você fugiu daquela batalha vai depender da sua relação com ele ao longo do jogo.



Você é Hawke, independentemente de escolher ser mulher ou homem, e pode ser warrior, rogue ou mage. Você começa o jogo fugindo de Lothering, que foi destruída pelo darkspawn, com seus irmãos e sua mãe.  Ao longo do caminho, Aveline e seu marido, um templário, se juntam a sua party.

 Logo de cara já vemos uma bela repaginada do Darkspawn e das batalhas: rogues dão chutes, warriors pulam e correm, mages fazem toda uma coreografia para soltar o feitiço.


Os jogadores das outras sequências (Dragon Age: Origins e Dragon Age: Awakening) podem se sentir um pouco perdidos na hora da batalha. Toda a luta acontece de modo mais rápido, embora ainda haja a opção de pausar para preparar sua estratégia. Alias, o nível de dificuldade do jogo já vem dividido justamente por esse ponto: o Casual para quem nunca jogou ou simplesmente não curte estratégias e os outros níveis, a partir do Normal, para os estrategistas (cada nível exige uma maior preparação na batalha).
Bem, continuando a trajetória, você se encontra em meio a um monte de darkspawn e de repente uma antiga conhecida aparece para te salvar. Mas nada vem de graça.


Enfim, com a ajuda dessa misteriosa personagem, você chega à cidade de Kirkwall e seu novo objetivo é conseguir entrar na cidade, afinal vocês não foram os únicos moradores de Ferelden que se refugiaram.

São duas opções para você conseguir entrar na cidade e as duas, além de serem não exatamente lícitas, exigem um ano de trabalho seu, da Bethany (sua irmã) e de Aveline.
Daí em diante, você conhece o próprio Varric, um elfo escravo, um Grey Warden, uma duelista e uma Dalish, tudo em seu tempo.

Os mapas do jogo são mais trabalhados agora e dividem-se em Dia, Noite e as Free Marches.


O jogo é dividido em três atos:

- da sua saída de Lothering até sua expedição para as Deep Roads;
- da sua vida em Hightown até o problema com os Qunaris;
- da sua nomeação de Champion até o final do jogo.

A história do jogo é muito envolvente e não deixa o jogador ficar entediado em momento algum, mas não se apresse em terminar o jogo, porque o final só deixa mais dúvidas e um gostinho de quero mais.

Relação com as versões anteriores

A história do Dragon Age II acontece paralelamente à história do Origins e a do Awakening. Isso acontece porque o jogo se passa em aproximadamente 7 anos, enquanto os outros dois, embora não tenham essa “contagem” de tempo, pareçam acontecer mais rapidamente, uma vez que você está lutando contra o Blight e tem que juntar força o mais rápido possível.
Logo no começo do novo jogo, há a opção de importar sua história para que suas escolhas anteriores reflitam na nova história. Mas os novos jogadores não precisam se preocupar, pois há várias opções para serem escolhidas caso você não queria ou não tenha o save antigo ara importar.


A jogabilidade do Origins e do Dragon Age II são bem diferentes, mas se você chegou a jogar o Awakening já está mais familiarizado com certas coisas, como não poder conversar a qualquer hora e lugar com os membros da sua party, novas poções, o baú de storage que é disponibilizado para você guardar coisas e etc.

Diferenças marcantes

- Habilidades
Toda a árvore de habilidades está disposta de outra forma, embora as habilidades em si não mudem muito, e há upgrades possíveis para algumas dessas habilidades.


- Skills
Não temos mais skills. Sabe aquela coisa de você escolher ser persuasivo e ser bom em desarmar armadilhas? Pois é, agora cada classe tem sua especificidade, mas não há mais uma escolha para melhorar sua skill: ou você tem ou não tem.


- Poções diferentes
Há novas poções: para recuperar sua vida, como a Elfroot Potion; para recuperar Stamina, a Stamina Potion; para reviver um membro que morreu durante a batalha, o Mythal’s Favor, etc.

- Armaduras
Você não tem mais que se preocupar com as armaduras dos membros da sua party. Há upgrades para elas em algumas lojas, mas não precisa ficar trocando parte por parte.

- Opções de diálogo
Agora há como escolher o modo que vai usar para conversar: sarcástica, simpática, etc. Nada de escolher uma opção e acabar passando a impressão errada.



Críticas

- Repetição de cenários

Com todo esse gráfico, eles resolveram economizar em cenário. Não importa se você entrou naquela mansão ou no bordel: há a mesma disposição de quartos, os mesmo quadros, os mesmos objetos. Isso deixa o jogo um pouco cansativo e, as vezes, até um pouco confuso, porque você fica com aquela dúvida “será que eu já não passei por aqui?”

- Relacionamentos

Esse negócio de só acontecer diálogo quando o jogo permite é muito complicado. Não há muitas opções de encompridar a conversa e assim fica muito difícil de trabalhar num relacionamento, seja ele de amizade ou amoroso.

- Batalhas

Estamos lá, matando todo mundo no meio da cidade e as pessoas continuam passando com se nada tivesse acontecido.  Esse erro se repete em todas as versões do jogo e é algo que acaba com todo o realismo que o gráfico e as novas opções de batalha trazem.
- Tempo de jogo

O Dragon Age: Origins traz 60 horas de jogo batidas, ou seja, se você deixar de fazer muita coisa, termina o jogo em 60 horas. Já o II traz apenas 40 horas de jogo.

Dragon Age II: haverá uma sequência?

O gráfico incomparável, a batalha animadora, as novas opções de diálogo, sem contar a história envolvente não deixam você largar o Dragon Age II, mas chegamos no final e não há respostas.
Não sei se será uma expansão ou o próprio Dragon Age III, só sei que haverá uma continuação.
Veremos o que a BioWare está reservando para nós.

Informações adicionais

O jogo chegou ao Brasil em março para PC, PS3, Xbox 360 e MAC. Para acessar o site oficial de Dragon Age II:


Confira a Jogabilidade:




sexta-feira, 22 de abril de 2011

Apple e Samsung entram em batalha judicial pelos smartphones

Galaxy e Iphone: plágio?

Por Pedro Zambon


Uma coisa é fato, os dispositivos são realmente semelhantes - o design arredondado, a tela, os ícones. Tal semelhança, no entanto, se tornou uma batalha jurídica entre a Apple e a Samsung. A situação se iniciou no dia 19 de Abril, quando a produtora do Iphone atacou os smartphones da rival produtora do Galaxy para, segundo os documentos judiciais, "manter a rival sob controle". Em 21 de Abril foi a vez da Samsung retrucar e também processar a empresa de Steve Jobs. A batalha surge em um momento em que o mercado dos celulares inteligentes se aquece com a entrada de novas empresas concorrentes e novos aparelhos; uma situação atribulada, que envolve uma teia de disputas judiciais já anunciadas por Microsoft, Nokia e HTC.

A Samsung, até então, se mantinha tímida em relação aos ataques da Apple, que se iniciaram a um bom tempo por parte de Steve Jobs. Agora oficializado judicialmente, a Samsung retruca, mas com um pé atrás graças aos negócios de bilionário que mantém com a Apple na venda de semicondutores. Com um negócio de 5,7 Bilhões de dólares, apenas a Sony supera esses números na parceria comercial. 

As consequencias dessa briga para os demais segmentos de negócios entre as empresas - como a venda de semicondutores e compotentes - ainda é obscura. A questão que persiste é o fato da série Galaxy, com sistema operacional Android da Google, surge como maior concorrente no mercado de tablets e smartphones. Segundo a empresa de pesquisas Gartner a Apple vai dominar o mercado de tablets até 2015, quando será superada pelos tablets com o Android (tabela abaixo). A Gartner estima que o mercado de tablets quadruplique para 70 milhões de unidades esse ano.



Já o mercado mundial de smartphones deve crescer em 58 por cento este ano, com  sistema operacional Android abocanhando 39 por cento do mercado. Os números acirram a motivação da disputa pelo mercado. 

Para você que ainda não sabe de que lado ficar nessa briga, o Comando Login traz um vídeo produzido pela Macworld que compara os dois. Uma disputa que começa com uma bela vantagem da Samsung. Depois de uma pesquisa rápida no Mercado Livre, o preço médio do Galaxy S fica em torno de 1400 reais e o Iphone 4 fica próximo a 2000 reais. 

terça-feira, 19 de abril de 2011

Mini-game: Doodle God e Doodle Devil




Por Regiane Folter

No início, Deus criou o céu e a terra. Durante os dias seguintes, ele inventou toda a espécie de elementos que fazem parte do mundo. Com certeza você vai entender porque ele precisou descansar no sétimo dia depois de jogar Doodle God e Doodle Devil.



Doodle God é um game no qual os jogadores fazem de conta que são Deus e recriam os elementos que fazem parte do mundo a partir das quatro matérias iniciais: fogo, água, terra e ar. Misturando essas opções primárias você dá origem à vida e a tudo o que puder imaginar até completar os 115 elementos dispostos pelo jogo em 14 grupos.

Lógica e criatividade são requisitos básicos para encarar esse desafio, e você não vai querer parar de jogar até completar todos os elementos. Pode parecer fácil, mas conforme o jogo anda, as combinações vão ficando mais difíceis..

Enquanto no Doodle God você criava as coisas boas, em Doodle Evil, o objetivo é recriar os 100 elementos maldosos que existem no planeta, organizados em 11 grupos. Alguns desses elementos são muito originais: combine o elemento mecânica com o elemento demônio e descubra a televisão. Sugestivo, não? Outras combinações são cadáver e vida para criar os zumbis, homem e sangue dando origem aos vampiros e por aí vai.

Você pode jogar os dois games online ou baixar as versões para iPhone e iPad. Você não vai conseguir parar de jogar até encontrar todos os elementos!